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1º de maio

Trabalhadores criticam terceirização e redução da maioridade penal

Quarta-feira, 06 de Maio de 2015 - Atualizado em 27/12/2016 13:51
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'Frear terceirização sem limites é questão de honra' defende Lula
O Dia do Trabalhador foi de luta para os metalúrgicos de Sorocaba e Região que participaram do ato organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e movimentos sociais, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo.

No ato, a terceirização da atividade-fim das empresas e a redução da maioridade penal, ambas em discussão no Congresso Nacional, foram criticadas.

O SMetal e demais sindicatos da subsede regional da CUT fretaram ônibus para levar os trabalhadores até o evento, na sexta-feira, dia 1º, na capital. "Foi uma mobilização importante porque mostra a união dos trabalhadores contra o avanço de propostas conservadoras e o ataque aos direitos duramente conquistados", afirma o diretor executivo do Sindicato Joel Oliveira, que participou do ato.

Em cima do caminhão de som, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a proposta de que adolescentes a partir de 16 anos sejam tratados como adultos pelo Judiciário. Para ele, anos de negligência do Estado tem grande influência na delinquência juvenil.

O presidente da CUT nacional, Vagner Freitas, convocou os presentes no ato para participarem de uma mobilização contra a terceirização no próximo dia 29. A ideia é pressionar o Senado pela rejeição do PL da terceirização. Mas, caso o projeto seja aprovado, Freitas disse que pretende articular uma greve geral para pedir que Dilma vete a proposta. "Nós vamos organizar uma greve geral pelo veto", adiantou.

Também participaram do ato a Coordenação Nacional de Entidades Negras, a Marcha Mundial de Mulheres, o Movimento dos Atingidos Por Barragens e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).

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