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2º Tsunami da Educação

"Tira a mão da previdência e da educação" repercute em Sorocaba

Quinta-feira, 30 de Maio de 2019 - 16:10 - Atualizado em 31/05/2019 12:59
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As ruas da região central de Sorocaba foram novamente ocupadas, na tarde desta quinta-feira, dia 30, por milhares de estudantes, professores e trabalhadoresFoguinho/Imprensa SMetal
A luta pela educação e pela aposentadoria é de todos e todas. Por isso, as ruas em torno da praça Coronel Fernando Prestes foi, novamente, ocupada, no período da tarde desta quinta-feira, dia 30, por milhares de estudantes, professores e trabalhadores de outras categorias. (confira mais fotos)

No ritmo dos tambores, com livros e faixas nas mãos, a defesa dos investimentos nos Institutos Federais (IFSP) - que tem uma unidade em Sorocaba - imperou na voz dos manifestantes em marcha pelas ruas.

Os investimentos nos Institutos vêm sofrendo cortes de três anos para cá, que já chegam a 50%, de acordo com um professor de Letras do IFSP da região, que prefere não ser identificado.

Com o anúncio de novos cortes na educação pelo governo Bolsonaro, os manifestantes temem pelo fim do amplo acesso à qualificação profissional de qualidade e gratuita.

Fazendo história

O movimento contra os cortes na educação, que o governo Bolsonaro chama de “contingenciamento”, que pode chegar a R$ 4,25 bilhões, luta também contra outra proposta: a perversa Reforma da Previdência.

Por isso, o recado é “a luta não acabou”. Iniciada no dia 15 de maio os manifestantes pretendem continuar mobilizados até o dia 14 de junho, data da Greve Geral contra a Reforma da Previdência.

Para o secretário de organização do SMetal, Izídio de Brito, “cabe a população sair às ruas contra a falta de política de desenvolvimento do país e de geração de renda. Já chegam a 14 milhões de desempregados e o PIB é um dos menores, que pode culminar numa recessão”, afirma.

Izídio explica que a Reforma da Previdência só agravaria mais o abismo social, privilegiando o setor financeiro. “Dia 14 de junho precisamos estar todos unidos porque é só a pressão popular que pode impedir mais perdas de direitos”, pontua.

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