SMetal

Imprensa

Plano de Cargos e Salários

SMetal pressiona empresas metalúrgicas por Política Salarial

Sindicato têm intensificado as negociações para a implantação de Plano de Cargos e Salários em fábricas da categoria, com critérios claros. Nas autopeças Bosch e ZF do Brasil e na Metalac há avanços; já na Schaeffler e na Flex, apesar de terem sido pautadas há mais de um ano, não há retorno.

Quinta-feira, 04 de Abril de 2019 - 10:47 - Atualizado em 04/04/2019 11:03
Imprensa SMetal

bosch, protesto, assembleia, semtal, cargo, salarial, Foguinho/Imprensa SMetal
Na Bosch, os trabalhadores realizaram protesto de duas horas no dia 29 e deram prazo de 15 dias para a empresa apresentar uma proposta que contemple a equiparação salarialFoguinho/Imprensa SMetal
Os dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) continuam pautando as empresas para implantarem o Plano de Cargos e Salários ou Política Salarial, com critérios claros.

Na Robert Bosch, os trabalhadores realizaram protesto de duas horas no dia 29 e deram prazo de 15 dias para a empresa apresentar uma proposta que contemple a equiparação salarial. “Caso a empresa não atenda essa reivindicação será enviado aviso de greve”, afirma o presidente do SMetal, Leandro Soares.

De acordo com o dirigente, há muitos trabalhadores registrados como operador 1, que acabam realizando funções de operador 2 e 3 e essas questões precisam ser reparadas.

Na Metalac, os diretores do Comitê Sindical de Empresa (CSE) entregaram um informativo específico sobre a Política Salarial apresentada pela empresa, reforçando a importância dos trabalhadores checarem se a proposta contempla as reivindicações.

Já no Grupo ZF do Brasil (Plantas 1 e 2), após cobrança do sindicato, foi apresentado, no início do ano, um Plano de Cargos e Salários, incluindo a readequação dos salários do chão de fábrica. Porém, ainda falta fazer essa readequação para os mensalistas e suporte. Em um ano, serão feitas avaliações por mérito e prática no dia a dia.

Já na Schaeffler e na Flex, apesar de terem sido pautadas há mais de um ano, não há retorno das empresas.

Deixe seu Recado