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Sedes e Clube de Campo do SMetal fecham nesta quarta-feira, 30

Terça-feira, 29 de Maio de 2018 - 10:44 - Atualizado em 04/06/2018 09:14
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A atendimento nas sedes de Sorocaba (foto), Piedade, Araçariguama e Iperó encerra nesta terça-feira, 29, às 18h30, e retornam a partir de segunda-feira, dia 4, às 9hFoguinho/Imprensa SMetal
Em adesão ao Dia Nacional de Luta pela redução do preço do gás e do combustível, todas as sedes do Sindicato dos Metalúrgicos e Sorocaba e Região (SMetal) e o Clube de Campo da entidade permanecerão fechadas nesta quarta-feira, dia 30.

Portanto, os atendimentos nas sedes de Sorocaba, Piedade, Araçariguama e Iperó encerram nesta terça-feira,29, às 18h30, e devem retornar a partir de segunda-feira, dia 4, às 9h, conforme o funcionamento de cada uma delas. 

Clube de Campo reabre na quinta-feira, dia 31 (feriado de Corpus Christi), porém o funcionamento dos demais dias terão avaliação diária para saber se vai abrir e ou não. Mais informações pelo telefone (15) 3225- 3377.

A mobilização nacional foi convocada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que representam mais de 100 entidades sindicais e sociais, em apoio à luta dos caminhoneiros e dos petroleiros, que iniciarão greve de advertência de 72h a partir de 0h do dia 30.

As reinvindicações das Frentes são:

- Pela redução do preço do diesel, da gasolina e do gás de cozinha!
- Mudança imediata da política de preços dos combustíveis: Fora Parente!
- Em defesa da Petrobras estatal, não à privatização!
- Fora Temer! Por eleições livres e democráticas!

Confira a íntegra da nota divulgada pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo aqui.

 

SMetal é contra a política golpista de Temer

Na quinta-feira, dia 24, o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) divulgou nota em apoio à greve dos caminhoneiros e contra a política de preços dos combustíveis iniciada com o governo Temer (PMDB).

“Acreditamos que todos os setores devem se mobilizar não só contra os sucessível aumento de gás, de combustível, de energia, do custo de vida, mas protestar contra esse projeto do governo que não nos representa!”, afirma a nota.

 

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