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Palavra da diretoria - O momento é de união e luta

Terça-feira, 28 de Julho de 2015 - 14:29 - Atualizado em 27/12/2016 14:04
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A CUT está elaborando um Programa Econômico Alternativo, construído com a participação dos ramos cutistas e dos movimentos sociais
Em resolução publicada recentemente, em site próprio, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou que está planejando um programa econômico alternativo à atual política econômica do governo para fortalecer os interesses da classe trabalhadora e para fazer a defesa incondicional da democracia em nosso país.

"A CUT não aceita o retrocesso nas conquistas obtidas pela população brasileira nos últimos 12 anos causado pela adoção errática de uma política macroeconômica neoliberal e recessiva, assim como reagirá com veemência a qualquer tentativa que coloque em risco a democracia no Brasil", salienta a resolução feita durante a Direção Executiva da Central, no último dia 22.

A desaceleração de todos os setores da economia, com elevação dos juros e diante de um quadro econômico internacional adverso, causa um cenário de agravamento da conjuntura. O entendimento dos dirigentes sindicais é de que essa crise econômica recebe influência também da crise política, que envolve um forte movimento de setores conservadores da sociedade e sua representação no parlamento, em aliança com o poder judiciário, municiada pela propaganda sistemática e tendenciosa da grande mídia.

Por outro lado, a atual conjuntura que impõe tantos desafios aos movimentos sociais e sindicais também torna fundamental a construção de uma ampla frente de forças políticas para lutar por bandeiras comuns, de interesses da classe trabalhadora.

É nessa linha que a CUT está elaborando um Programa Econômico Alternativo, construído com a participação dos ramos cutistas e dos movimentos sociais.

A Central reafirma ainda sua luta em defesa da Petrobras que vem sofrendo duros ataques da mídia e da oposição tucana, que apresentou projeto (senador José Serra) para acabar com o sistema de partilha do Pré-Sal e o retorno ao regime de concessão, com o claro objetivo de entregar a exploração às petroleiras multinacionais e acabar com a política de conteúdo nacional.

Considerando esse quadro a Direção Executiva da Central deliberou algumas ações para combater as ameaças à democracia brasileira e à política econômica do governo. Entre elas, está um calendário de mobilizações pelo país para levar reflexão e debate para o local de trabalho, para as assembleias dos sindicatos, para as plenárias dos ramos e para os congressos estaduais da CUT.

Nós, do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) estamos atentos aos movimentos da macroeconomia e juntos com nossa Central para lutar contra qualquer iniciativa que promova a redução de direitos. Por isso, ressaltamos também que a hora é de união dos trabalhadores!

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