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Nossa luta é pelo fim do retrocesso

Quinta-feira, 05 de Julho de 2018 - 10:30 - Atualizado em 05/07/2018 10:48
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Somos a favor da luta diária contra as injustiças nas fábricas e na sociedade! Arquivo/Foguinho Imprensa SMetal
O fim da obrigatoriedade do imposto sindical é constitucional. Foi o que definiu o Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira, 29.

Ao todo foram seis votos a favor da mudança prevista na Reforma Trabalhista e três contrários.

Nada muda para o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal), que sempre defendeu o fim do imposto obrigatório.

Inclusive, em 2003, o SMetal entrou com ação na Justiça Federal solicitando que a categoria metalúrgica na região fosse poupada do desconto do imposto. Após analisar o pedido, a Justiça, no entanto, respondeu que não poderia deliberar sobre o assunto porque tratava-se de uma taxa federal.

O imposto sindical, que aparecia no holerite do trabalhador como “contribuição sindical”, é uma lei federal da década de 1940 e só não foi derrubada até hoje porque os patrões não quiseram. Afinal, eles também têm sindicatos, que recebem suas parcelas.

O SMetal, um dos sindicatos dos trabalhadores mais representativos do país, defende a associação à entidade e a cota de custeio negocial – aprovada em assembleia – para custear as atividades do Sindicato, ajudando a arcar com todas as negociações e despesas dos departamentos do sindicato, com suas estruturas nas sedes e atendimento à categoria.

É claro que a sindicalização é uma arma para o trabalhador fortalecer a entidade coletiva e, por consequência, fortalecer as negociações em prol dos direitos, incluindo as Convenções Coletivas e a Campanha Salarial.

Somos a favor da luta diária contra as injustiças nas fábricas e na sociedade. E todos nós sabemos que só a luta coletiva, a união e mobilização dos trabalhadores pode frear os ataques dos patrões, a retirada de direitos.

Além de sempre termos lutado contra o imposto obrigatório também reivindicamos a unicidade sindical. Para que os sindicatos possam lutar tanto nas categorias fins como nas similares.

Se queremos jornadas e condições dignas de trabalho é nos juntando e fortalecendo as negociações que seguiremos com a cabeça erguida. Sindicalizar-se também é um direito! E representar os trabalhadores é a nossa missão.

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