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Eleições 2018

MOMENTO DECISIVO: o seu voto como agente transformador da sociedade

O candidato que você escolheu defende a conquista de direitos ou a exclusão social? Vitor Lippi, do PSDB, foi o deputado federal da RMS que mais votou em projetos que atacam os direitos da população, como saúde pública, educação, cultura e trabalho digno

Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018 - 10:17 - Atualizado em 20/09/2018 10:41
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Entre os deputados federais eleitos pela RMS há 4 anos, Vitor Lippi foi o parlamentar que mais votou a favor de projeto que atacam os direitos da popuFONTE: Mapa de votações do DIAP – Câmara dos Deputados e Senado
Com a proximidade das eleições de 2018, o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba (SMetal) lança uma campanha de conscientização do eleitor sobre a importância do voto.

“Pesquisar as propostas dos candidatos e os projetos que eles defendem, se é em prol da classe trabalhadora ou do grande capital financeiro, é primordial nesse momento”, afirma o presidente do SMetal, Leandro Soares.

Para facilitar na pesquisa, a Imprensa SMetal selecionou cinco “pautas bombas” contra à classe trabalhadora e foi buscar saber como votou ou se posicionou cada deputado federal da Região Metropolitana de Sorocaba (confira abaixo).

Entre os cinco parlamentares da região, Vitor Lippi (PSDB), de Sorocaba, foi o que mais votou contra o trabalhador, sendo o único favorável a todas as pautas: Reforma Trabalhista; terceirização irrestrita; entrega do pré-sal a companhias estrangeiras e o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos. Além disso, o deputado tucano já declarou ser a favor da Reforma da Previdência.

Para o presidente do SMetal, em menos de quatro anos, a atual legislatura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal ficará para sempre marcada pelos retrocessos. “Eles votaram contra a soberania nacional, os direitos dos trabalhadores e, acima de tudo, contra investimentos em saúde e educação, aumentando a desigualdade e a insegurança sobre o futuro dessa e das próximas gerações”, assegura.

O Sindicato dos Metalúrgicos, junto com a CUT e movimentos sociais, defendem a revogação dessas e outras leis e medidas instituídas no Governo Temer (MDB). “Precisamos votar em quem vai revogar essas medidas que atacam os direitos sociais e trabalhistas, não em quem ajudou a aprová-las”, conclui Leandro Soares.

Saiba o que mudou com as leis aprovadas no Congresso Nacional

Reforma Trabalhista - Alterou mais de 100 artigos da CLT, promovendo um desmonte na legislação que garantia o mínimo de segurança e salubridade ao trabalhador (a); dificultou o acesso à Justiça; aumentou as desigualdades, precarizando o mercado de trabalho.

Terceirização - Foi aprovado após manobra que desengavetou um projeto parado há 15 anos. A lei leva à redução de salários e piora as condições de trabalho. Agora, com a liberação da terceirização da atividade-fim pelo STF, além da desigualdade salarial, cresce também a vulnerabilidade da segurança do trabalhador.

Congelamento do teto de gastos - Um dos maiores retrocessos aprovados pelo governo foi o congelamento dos investimentos em áreas como saúde e educação por 20 anos. Isso significa menos verba para o SUS e para as escolas públicas, aumentando ainda mais desigualdade no Brasil.

Venda do pré-sal - Pôs fim à obrigatoriedade de participação da Petrobras na exploração do pré-sal, o que afetou o projeto que visa a destinação dos recursos para saúde e educação públicas. Proposta entreguista beneficia diretamente companhias estrangeiras.  O desmonte do setor nacional de óleo e gás também segue a todo vapor.

Reforma da Previdência - Ainda em tramitação, a proposta já sofreu algumas alterações e pode voltar à pauta da Câmara ainda este ano. A última alteração previa como idade mínima 62 anos, para mulheres, e 65 anos, para homens se aposentarem. Para a aposentadoria integral, seria necessário ainda 40 anos de contribuição, além de outras regras que dificultam a garantia do direito.

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