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Mais de 400 mil vidas foram perdidas para a pandemia da Covid-19

Brasil alcançou a marca nesta quinta-feira, 29; de acordo com veículos do consórcio de imprensa, que diariamente realizam levantamentos da doença, últimos 100 mil óbitos foram registrados em 36 dias

Quinta-feira, 29 de Abril de 2021 - 19:47 - Atualizado em 03/05/2021 16:53
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Sindicato lamenta as vidas perdidas para a Covid-19Cássio Freire
É com imenso pesar que o Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) noticia que o Brasil chegou à marca das 400 mil mortes pela Covid-19. Somente nos últimos 36 dias, 100 mil pessoas morreram no país vítimas da pandemia que perdura há mais de um ano e parece não ter fim.

Os casos confirmados já chegam a 14.541.806. Em Sorocaba, são mais de 50 mil casos de acordo com dados oficiais da administração pública e os óbitos passam de 1600. No município, a vacinação avança a passos lentos, bem como em território nacional.

O Plano Nacional de Imunização (PNI) chegou a pouco mais de 14% da população, na primeira dose da vacina, e menos de 7%, na segunda. Especialistas da área da saúde temem, ainda, uma terceira onda da Covid-19, caso a gestão da pandemia continue como está e a vacinação não aconteça para todos de forma eficaz.

“Cada dia, quando sabemos as notícias da doença no país, não tem como não se indignar com a gestão da pandemia. O presidente, Jair Bolsonaro (sem partido), seus ex-ministros da saúde, além de prefeitos e governadores que foram negligentes com a crise sanitária, precisam ser responsabilizados pelo atentado à vida que promoveram”, afirma Leandro Soares, presidente do SMetal. 

CPI da Covid

A Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) foi instalada pelo Senado nesta última semana. A CPI vai apurar ações e omissões do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) com relação à crise sanitária causada pelo coronavírus.

Até agora, foram convocados a prestar depoimentos o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga e os ex-ministros da pasta Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello. O presidente, no entanto, tenta se esquivar das consequências da CPI que, muito provavelmente, irão expor a conduta omissa que ele teve para com a questão no Brasil.

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