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Instalação de novas empresas torna urgente a qualificação

Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010 - Atualizado em 27/12/2016 11:52
Folha Metalúrgica
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Para o vereador Izídio (PT), Sorocaba precisa se mobilizar pela implantação dos programas federais de educação e qualificação profissional, sob o risco da Case, a Toyota e outras empresas terem que buscar mão-de-obra qualificada fora da cidade e da região.

Nesse sentido, o vereador espera contar com a participação de representantes da prefeitura, empresários, professores e metalúrgicos em uma audiência pública no dia 22, às 19h, na Câmara Municipal.

Uma das presenças já confirmadas na audiência é Iara Bernardi, representante do MEC do estado de São Paulo, que aponta falta de vontade da prefeitura em aproveitar recursos federais disponíveis para a formação de trabalhadores.

Para ganhar uma escola técnica federal, por exemplo, basta a prefeitura ceder o terreno. Toda a estrutura, a metodologia, os professores, a manutenção são providenciados pelo governo federal. Os cursos são gratuitos. “A prefeitura de Sorocaba cedeu um terreno para outra unidade do Senai em Sorocaba, mas parece não se interessar pelos programas federais de educação e qualificação”, afirma.

 

Falta interesse

Iara também esclarece que o reitor do Instituto Federal, Arnaldo Augusto Ciquielo Borges, já se dispôs a vir para Sorocaba conversar com o prefeito Lippi (PSDB) e seus secretários, mas não houve interesse por parte do Paço.

Em outro programa federal, o Brasil Profissionalizado, as escolas técnicas do Centro Paula Souza em Sorocaba (Rubens de Faria e Fernando Prestes) se credenciaram para receber recursos, independente da prefeitura.

A Etec Fernando Prestes não foi contemplada porque o terreno onde ela está instalada, no jardim Paulistano, não está regularizado, apesar de ser de propriedade da prefeitura.

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