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Grupo 10 pede explicações da pauta de reivindicações da FEM

2ª rodada está agendada para 1º de setembro, às 10h, na FIESP

Terça-feira, 18 de Agosto de 2015 - 10:27 - Atualizado em 27/12/2016 14:07
Viviane Barbosa, Assessora de Imprensa da FEM

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Na ocasião, o G10, coordenado pelo Departamento Sindical da FIESP, questionou a bancada dos trabalhadores sobre as cláusulas sociais prioritárias
A Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT-SP e a bancada patronal do Grupo 10 (que reúne os setores de lâmpadas, equipamentos odontológicos, iluminação, material bélico entre outros) realizaram nesta segunda-feira, dia 17, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) a primeira rodada de negociação da Campanha Salarial.

Na ocasião, o G10, coordenado pelo Departamento Sindical da FIESP (Desin), perguntou à bancada dos trabalhadores quais as cláusulas sociais preferenciais para iniciar a negociação.

Do total de 200 mil metalúrgicos em Campanha Salarial na base da Federação no Estado, 11% trabalham nos setores do G10.

Dirigentes da Federação apresentaram da pauta entregue ao G10 18 cláusulas pré-existentes (em vigor na Convenção Coletiva de Trabalho) com alterações de melhorias que atendem as necessidades do chão de fábrica e 21 cláusulas novas. "Explicamos que todas nossas cláusulas são prioritárias e queremos fazer uma espécie de unificação destas cláusulas, que muitas já existem em outros grupos patronais, mas ainda não existem no G10. Fizemos um apelo à bancada patronal para que analisasse com carinho as nossas reivindicações", explica Adilson Faustino, Carpinha, Secretário Geral da FEM-CUT/SP.

Pauta do G10
O assessor jurídico da FEM-CUT/SP, Raimundo Oliveira, disse que a primeira rodada foi boa e ressaltou que das cláusulas apresentadas ao G10 foram destacadas, por exemplos: a que trata de garantias sindicais, levando em conta que o sindicalismo de hoje é dinâmico e propositivo, bem como a ampliação da contratação de mulheres.

Oliveira explica que a bancada dos trabalhadores também chamou atenção para que as empresas pensem no seu presente e futuro, ou seja, que reflitam sobre a reivindicação da FEM que propõe a elaboração de um quadro de carreira especial para os jovens.Cerca de 65% da base da FEM no Estado de São Paulo é formada por jovens da faixa etária entre 18 a 35 anos. Os dados são da Subseção do Dieese na Federação.

"Estes jovens pertencem à geração ‘Y' e estão plenamente disponíveis no mercado de trabalho. Essa juventude merece ser vista de uma forma diferente, pois nela, está o futuro da indústria. Eles nasceram e se criaram com a evolução tecnológica, não sendo possível hoje uma empresa moderna crescer e ser competitiva em um mundo globalizado, sem a presença de jovens nos seus quadros de funcionários", finaliza Oliveira.

Próxima rodada
A FEM e a bancada do G10 continuarão a 2ª rodada de negociação no dia 1º de setembro, às 10h, na sede da FIESP.

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