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Nota de repúdio

FEM/CUT repudia truculência em assembleia da LG, em Taubaté

Confira a nota de repúdio sobre a truculência policial na assembleia ocorrida na LG, metalúrgica de Taubaté, ocorrida na quinta-feira, dia 30

Segunda-feira, 03 de Junho de 2019 - 09:49
Assessoria FEM/CUT

A Federação Estadual dos Metalúrgicos (FEM/CUT) repudia veementemente a truculência empregada por policiais militares e guardas civis municipais de Taubaté, durante a assembleia na LG, nesta quinta-feira, dia 30.
A empresa mantém conduta intransigente quanto à proposta de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) 2019. Por isso, os trabalhadores aprovaram, em assembleia, que esse impasse seja encaminhado para o Tribunal Regional do Trabalho (TRT).
Nada justifica o uso truculento da força do Estado e da Prefeitura para uma assembleia de trabalhadores na luta por direitos. O diálogo sempre está presente nas negociações do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, assim como a defesa de melhores condições de trabalho e de valorização profissional.
A mobilização para a assembleia começou por volta das 5h, com apoio de diversos sindicatos metalúrgicos e de outras categorias. A Polícia Militar desrespeito o acordo com o sindicato quando começaram a chegar os ônibus dos trabalhadores.
Bombas de efeito moral, spray de pimenta e até balas de borracha foram utilizadas contra os dirigentes sindicais. Para quê essa força desproporcional? Para quê a empresa se utiliza do aparato militar e até da Guarda Civil para uma simples assembleia?
Sabemos que a luta contra o capital é constante e árdua, mas deixamos claro, enquanto Federação, que nossa disposição para a resistência é permanente e estamos atentos para reverter a dominação em direito!
Como bem colocado pelo presidente do Sindimetau, Claudião, esse desrespeito ao direito de realizar assembleia, garantido pela legislação como prerrogativa do sindicato, “é uma marca negativa para a LG”.
Que a empresa tenha compromisso com a valorização profissional, ao invés de provocar clima de insegurança e conduta abusiva e antissindical!

Dirigentes da FEM/CUT
31 de maio de 2019

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