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FEM/CUT realiza negociações com Sindicel, G8.2 e Sindratar

Sexta-feira, 30 de Agosto de 2019 - 10:07 - Atualizado em 13/09/2019 15:00
Imprensa do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

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Reunião com o Grupo 8-2 aconteceu na quarta-feira, 28Raquel Camargo
A FEM/CUT (Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT) teve as primeiras rodadas de negociação de Campanha Salarial com as bancadas patronais do Sindicel, G8.2 (Sicetel e Siescomet) e Sindratar.

Na terça, dia 27, a reunião com o Sindicel foi na sede da FEM/CUT, em São Bernardo. Na quarta, 28, na Fiesp, em São Paulo, as reuniões foram com o G8.2 e Sindratar.

O presidente da Federação, Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, explicou que, assim como nas outras bancadas, a reclamação patronal é a de que o setor atravessa dificuldades. 

“Reforçamos a importância de as empresas cumprirem com todos os itens estabelecidos na Convenção Coletiva e da obrigatoriedade de as empresas aderirem ao seguro de vida”, afirmou.

O coordenador da Regional Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, Marcos Paulo Lourenço, o Marquinhos, que acompanha as negociações de Campanha Salarial, contou que os patrões demonstraram preocupação com a falta de uma política industrial no Brasil e com o acordo União Europeia e Mercosul.

“Nós avisamos lá atrás que esse governo não olharia para a indústria e cada vez a tendência é a situação ficar mais difícil. O governo quer que o Brasil seja competitivo à custa do trabalhador e da retirada de direitos. Por isso, a luta pela Convenção Coletiva é fundamental”, afirmou.

Com o Sindratar e o Sindicel, a discussão é de pauta parcial, de cláusulas econômicas, já que a Convenção Coletiva de Trabalho assinada no ano passado é válida por dois anos. Já com o G8.2, a discussão é da pauta cheia, com cláusulas econômicas e sociais, já que a CCT vale até 31 de agosto deste ano. 

Com isso, a FEM/CUT realizou ao menos uma reunião de Campanha Salarial com todas as bancadas patronais.

O tema este ano é ‘Mais emprego, mais direito e mais salário’. Os eixos são: reposição integral da inflação mais aumento real; manutenção e a aplicação das Convenções Coletivas; respeito às entidades Sindicais; contra o fim das NRs (Normas Regulamentadoras) e redução da jornada de trabalho sem redução de salário.

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