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FEM-CUT tenta barrar terceirização irrestrita via convenção coletiva

Segunda-feira, 17 de Setembro de 2018 - 09:34 - Atualizado em 17/09/2018 09:50
Imprensa FEM-CUT/SP

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Proposta da cláusula de proteção ao trabalhador foi debatida com a bancada patronal do Sindicel, durante reunião na sede da FEM-CUT/SPMarina Selerges/FEM-CUT
A terceirização irrestrita e as novas modalidades de contrato criados pela Reforma Trabalhista estão no radar da Federação de Sindicatos de Metalúrgicos da CUT São Paulo (FEM-CUT/SP), como ameaça à categoria. Para evitar a aplicação dessas maldades, os Metalúrgicos da CUT/SP batalham pela inclusão de uma cláusula que proteja os trabalhadores.

“É preciso evitar que esse tipo de contratação se espalhe pela base. Os direitos e a integridade dos trabalhadores/as estão ameaçados com esses tipos de contrato”, alertou Luiz Carlos da Silva Dias, o Luizão, presidente da FEM-CUT/SP.

Defendida há anos pelas bancadas patronais, o negociado sobre o legislado, também foi aprovado com a Reforma Trabalhista, Luizão explica que este será o caminho para que os trabalhadores não sofram mais com as maldades. “Queremos remeter qualquer tipo de contratação diferenciada para a negociação entre empresários e os sindicatos de base”, destacou.

A cláusula já está em debate em diversos grupos patronais e na quinta-feira, dia 13, foi apresentada às bancadas patronais do Sindicel, durante reunião na sede da FEM-CUT/SP, e do Grupo 10, durante conversa na sede da FIESP, em São Paulo.

Os eixos da Campanha Salarial 2018 são: Convenção Coletiva é direito, Participação é democracia, Salário é emprego e Reposição integral da inflação e aumento real.

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