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#14J

Estudantes e trabalhadores se unem para barrar a Reforma da previdência

Greve Geral: ônibus e fábricas paradas contra a Reforma da Previdência, contra os cortes na educação e por geração de empregos!

Sexta-feira, 14 de Junho de 2019 - 09:17 - Atualizado em 17/06/2019 16:57
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Fábricas e ônibus parados na greve geral contra a Reforma da PrevidênciaFoguinho/ Imprensa SMetal
A Greve Geral em Sorocaba nesta sexta-feira, dia 14, manteve os ônibus de linha e fretados nas garagens e contou com a adesão de milhares de trabalhadores de outras categorias.

As metalúrgicas Toyota, NAL do Brasil, Kanjiko, Vossloh, entre outras, estão com a produção parada nesta sexta-feira, 14.

Os objetivos da greve é pressionar os políticos a não aprovarem a proposta perversa da Reforma da Previdência, que está em trâmite no Congresso Nacional e que dificulta ainda mais o acesso à aposentadoria e ainda rebaixa os valores dos benefícios.

Estudantes sairão em marcha da zona norte para chegarem por volta das 10h na Praça Coronel Fernando Prestes, no centro de Sorocaba, onde ocorrerá um ato com professores e trabalhadores de diversas categorias, como servidores públicos também.

Mobilização em todo o país

“A Greve Geral conta com adesão de estudantes e trabalhadores de todo o país porque o que vem ocorrendo com o

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Trabalhadores dos ônibus fretados também aderiram à greve, em SorocabaFoguinho/ Imprensa SMetal
país é grave”, assinala o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal), Leandro Soares.

Ele ressalta que não há nenhum projeto para desenvolvimento industrial e geração de postos de trabalho. “Por isso, nossa luta no dia de hoje é também para dar um basta ao desemprego que, infelizmente, já bate recorde”.

Os cortes na educação desde o ensino básico até a universidade também gera descontentamento geral e os estudantes e os profissionais da educação se juntam à Greve Geral para dar continuidade ao #TsunamiDaEducaçao pelo país afora.

Professores dos Institutos Federais já apontam cortes de mais de 50% nos investimentos. “Estão tentando acabar com ensino gratuito, de qualidade e que gera também qualificação profissional”, afirma um dos professores do IFSP da região, que prefere não se identificar para não sofrer represália.

Não cai do céu

O secretário de organização do SMetal, Izídio de Brito, lembra que nenhum direito cai do céu. “É isso mesmo, se não houver mobilização e pressão contra esses ataques que a classe trabalhadora vem sofrendo não haverá emprego e o que tiver será precarizado. Não podemos deixar isso acontecer, nem tirarem o direito à aposentadoria”.

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