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GREVE GERAL

Essa Reforma da Previdência não corta privilégios, corta seus direitos!

Terça-feira, 11 de Junho de 2019 - 10:25 - Atualizado em 17/06/2019 09:09
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Basta de desemprego, pela aposentadoria digna e contra os cortes na educação!
A greve geral convocada pelas centrais sindicais para esta sexta-feira, dia 14 de junho, pretende parar o país para pressionar o Congresso Nacional a não aprovar a Reforma da Previdência.

“A adesão ao 14 de junho é fundamental para reivindicarmos mais empregos com carteira assinada, que gerem contribuições à Previdência, e por uma política industrial que faça o país voltar a crescer”, afirma o secretário de organização do SMetal, Izídio de Brito.

Enquanto o governo Bolsonaro gasta milhões de reais com emendas parlamentares para agradar deputados na tentativa de aprovação da reforma, trabalhadores e estudantes vão parar o país para protestar porque é só com união e mobilização que se avança! Por isso, a partir da 0h do dia 14 é GREVE GERAL!

Você faz parte dessa luta

PELO DIREITO À APOSENTADORIA! A reforma perversa do governo rebaixa os valores dos benefícios e ainda dificulta o acesso à aposentadoria. Praticamente elimina a aposentadoria especial e ainda os fundos públicos (a Previdência, o FGTS, o Fundo de Amparo ao Trabalhador etc.) para o sistema financeiro privado.

POR MAIS EMPREGOS! A taxa de desemprego no País atingiu 13,2 milhões este mês. Não há uma política industrial para o Brasil voltar a crescer. O Produto Interno Bruto (PIB) do país está cada vez menor. Com a baixa atividade não há geração de postos de trabalho.

CONTRA OS CORTES NA EDUCAÇÃO! Na educação básica e no ensino superior. Além de ameaça, perseguição ideológica, seis ex-ministros da Educação, de diversos partidos, destacaram em uma carta, que a falta de investimentos podem gerar danos irreversíveis.

O Brasil vai parar

Ônibus (de linha e fretados), caminhões, metrô, escolas e fábricas. “A greve está sendo debatida em escolas, igrejas, bares e as pessoas falam da greve por conta do rumo que o país tomou com Bolsonaro. Há um absoluto desalento com o governo. Bolsonaro se apresentou como solução e não resolveu nada. As pessoas estão vivenciando uma enorme crise e questionando o governo que não tem proposta de política econômica”, declarou Vagner Freitas, presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Em Sorocaba

Marchas de trabalhadores, estudantes e professores irão acontecer nas principais vias da cidade durante toda a sexta-feira, 14, como a saída de uma marcha de frente ao "Sukão", na avenida Itavuvu, às 8h, rumo ao centro da cidade.

A partir das 9h, haverá concentração de estudantes na praça Frei Baraúna. Às 10h, a praça coronel Fernando Prestes contará com os estudantes e sindicatos que participam da Frente em defesa da aposentadoria da região de Sorocaba e que representam os trabalhadores em transportes, metalúrgicos, comerciários, bancários, professores públicos estaduais, químicos, vigilantes, em empresas de vestuário, refeições, da borracha, de papel e celulose, da alimentação e os servidores públicos de Sorocaba e de Votorantim, assim como os movimentos estudantis secundaristas, universitários e os professores da UFSCar Sorocaba integrarão a greve geral.

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