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Convenção Coletiva garante piso salarial maior que o salário mínimo

Quinta-feira, 31 de Agosto de 2017 - 11:00 - Atualizado em 31/08/2017 11:12
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convenção, assembleia, Foguinho/Impresa SMetal
O piso salarial é um dos direitos ameaçados caso a Convenção Coletiva não seja negociada e assinada antes da reforma trabalhista entrar em vigorFoguinho/Impresa SMetal

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), negociada anualmente pela Federação Estadual dos Metalúrgicos da CUT (FEM-CUT/SP) e sindicatos filiados, garante aos trabalhadores da categoria um piso salarial acima do salário mínimo.

Atualmente, o salário normativo dos metalúrgicos varia de R$ 1.309 a R$ 2.011, dependendo do porte e da atividade econômica da empresa. Esse valor é negociado pelos sindicatos de trabalhadores durante a Campanha Salarial da categoria.

Sem a convenção ou acordos coletivos, o piso estabelecido aos metalúrgicos seria o mesmo que o salário mínimo nacional, que hoje é de R$ 937.

Segundo dados compilados pela subseção Dieese dos Metalúrgicos Sorocaba, o menor piso da categoria (R$ 1.309) é 40% maior que o salário mínimo. Já o maior, de R$ 2.011, é 215% maior que o nacional.

De acordo com o economista André Corrêa, do Dieese, o piso dos metalúrgicos sempre esteve acima dos valores nacionais, mesmo após a política de valorização do salário mínimo implantada pelo governo Lula.

Por isso, o secretário-geral do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal), Silvio Ferreira, destaca a importância de lutar pela manutenção da Convenção Coletiva. “Assegurar um salário mínimo decente à categoria, independente da política econômica nacional, é valorizar o trabalhador e oferecer a garantia de melhores condições de vida a ele e sua família”, afirma.

 

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