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Contaminação da área da Satúrnia é denunciada pelo SMetal desde 1992

Quinta-feira, 30 de Agosto de 2018 - 09:34 - Atualizado em 30/08/2018 09:58
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Reportagens de 1994 sobre o início do monitoramento da área e da saúde dos trabalhadores pelo Ministério do Trabalho, após denúncia da diretoria do Sindicato dos MetalúrgicosReprodução
O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba denuncia a contaminação de chumbo no terreno e nas proximidades da antiga fábrica de baterias Satúrnia (Grupo Microlite S/A), no bairro Iporanga, desde o ano de 1992.

Porém, apenas em 1994, após o alerta do Greenpeace junto com o SMetal, um monitoramento da área e sobre os riscos à saúde dos trabalhadores foi iniciado. “Na época, decidimos solicitar o monitoramento pela própria Fundacentro, que é o órgão de pesquisa e medicina do trabalho do Ministério do Trabalho”, lembra o presidente do SMetal na época, Carlos Roberto de Gaspari.

Atualmente, o assunto ganhou destaque nacional após reportagem Programa Fantástico no domingo, 19, sobre a existência de um garimpo ilegal no local contaminado com chumbo, que causa risco à vida dessas pessoas.

Até o momento, nenhuma ação efetiva foi realizada pelos órgãos públicos. Representante da massa falida esteve na segunda-feira, 27, visitando o local e afirmou que irá instalar placas e cercar a área.

O diretor responsável pela pasta de saúde do SMetal, Tiago Almeida, vê como necessárias ações efetivas para recuperação do solo e da água das proximidades. “Porém, um novo monitoramento dos riscos à saúde dos moradores e das pessoas que se sujeitaram ao garimpo para garantir o seu sustento deve ser prioridade”, enfatiza.

Saiba mais

Na última sexta-feira, 24, o jornal Tem Notícia reexibiu uma reportagem de 1994 que fala sobre o relatório do SMetal que apontava irregularidades que afetavam a segurança e saúde dos trabalhadores devido a contaminação por chumbo.

Saiba mais em www.smetal.org.br/denunciasaturnia 

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