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Banquinho: trabalhadores da Toyota votam acordo na segunda-feira

Acordo de compensação de jornada foi negociado pelo SMetal e a montadora para uso em situações emergenciais e abrange horistas operadores, líderes e encarregados; votação será virtual e começa às 11h (vote aqui)

Sexta-feira, 30 de Abril de 2021 - 10:23 - Atualizado em 04/05/2021 11:25
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A planta da Toyota em Sorocaba tem cerca de 2200 trabalhadores e é responsável pela fabricação dos modelos Etios, Yaris e Corolla CrossArquivo/Foguinho Imprensa SMetal
A criação de um banco de dias, conhecido como “banquinho”, foi negociada pela diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) e a montadora Toyota, planta Sorocaba, e será votada em assembleia eletrônica, disponível a partir das 11h de segunda-feira, dia 3 de maio (acesse aqui). O acordo abrange trabalhadores horistas operadores (TMs), líderes (TLs) e encarregados (GLs) da empresa e a votação encerra na terça-feira, 4, às 11h.

Segundo o membro do Comitê Sindical (CSE) da Toyota, Robson Lopes dos Passos (Paraná), o acordo de compensação de jornada foi negociado para uso em situações emergenciais, como falta de peças, problemas com fornecedores, greve dos caminhoneiros, entre outras.

Para votar pela internet, basta entrar no link da assembleia eletrônica e preencher o número da matrícula na empresa (RE) e a data de nascimento. Apenas trabalhadores dos setores abrangidos pelo acordo têm direito a voto e o resultado será divulgado após o término da assembleia (confira o edital).

A planta da Toyota em Sorocaba tem cerca de 2200 trabalhadores e, além dos modelos Etios e Yaris, é responsável também pela produção da nova SUV da montadora, o Corolla Cross – lançado em março deste ano.

Vote com segurança

O sistema de votação eletrônica foi desenvolvido pelo SMetal e a Pandora Soluções - uma empresa especializada em tecnologia -, e faz uso de criptografia de ponta, garantindo maior segurança, privacidade e auditabilidade. A escolha do (a) trabalhador (a) é totalmente sigilosa, ou seja, a empresa nem o Sindicato têm acesso ao voto individualmente.

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