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Reajuste dos pedágios

Ato pretende parar cinco estradas paulistas nesta quinta

Movimento decreta "Dia da Luta contra os Pedágios Abusivos no Estado de SP" e promete fechar cinco rodovias

Quarta-feira, 30 de Junho de 2010 - Atualizado em 27/12/2016 11:53
CUT/São Paulo

O  Movimento Estadual Contra os Pedágios Abusivos de São Paulo promete parar o trânsito em cinco estradas paulista nesta quinta-feira, 1° de julho, quando serão reajustadas as tarifas em todas as rodovias estaduais privatizadas. O objetivo do ato é protestar contra os preços cobrados, que considerados altos. Segundo a entidade, haverá manifestações nas rodovias Castelo Branco, Raposo Tavares, Anhanguera, Santos Dumont e na Estrada Velha de Campinas.

A entidade, criada este ano, escolheu 1º de Julho como o "Dia da Luta contra os Pedágios Abusivos no Estado de SP" e pretende usar a data para ganhar visibilidade e pressionar o governo a as concessionárias a rever as tarifas.
A data coincide com a do reajuste das tarifas, que será de 4,17% para as vias concedidas até 2000, e de 5,21% para as concessões mais recentes. Os preços são definidos pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).

"Nosso objetivo é dar visibilidade À luta contra os pedágios abusivos e mostrar que há uma grande parcela da sociedade paulista que não concorda com esses preços", afirma o coordenador do movimento, José Matos. Segundo ele, a manifestação não tem caráter eleitoreiro, pois a briga contra as tarifas ocorre desde o início das concessões, há 12 anos.

O Estado ganhou 112 pedágios desde o início da última etapa das concessões (2008) - o equivalente a um novo ponto a cada 40 dias. A cobrança já acontece e mais da metade das praças do Brasil, segundo dados da Artesp e da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.

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