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Mais aumento

Aneel cria bandeira de escassez hídrica; energia ficará ainda mais cara

A nova tarifa do governo Bolsonaro começa a valer a partir desta quarta, dia 1º, e o custo da energia subirá 6,78%. Isso representa que, a cada 100 kWh (quilowatt-hora), custará R$ 14,20 nas contas de luz

Quarta-feira, 01 de Setembro de 2021 - 10:38 - Atualizado em 01/09/2021 11:24
Imprensa SMetal com informações do Portal CUT

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e o Ministério de Minas e Energia, do governo Bolsonaro, anunciaram nesta terça-feira, dia 31, a criação da bandeira de escassez hídrica. A nova tarifa começa a valer a partir desta quarta-feira, dia 1º, e o custo da energia subirá 6,78%. Isso representa que, a cada 100 kWh (quilowatt-hora), custará R$ 14,20 nas contas de luz.

A cobrança anterior, da bandeira vermelha patamar 2, era de R$ 9,49. É uma alta de 49,63% na cobrança extra. A nova bandeira deve durar até 30 de abril de 2022. Segundo a Aneel, o alto custo pode evitar racionamentos e apagões, mas a justificativa da agência é a de que o novo reajuste é para fazer frente ao aumento dos custos decorrente do agravamento da crise hídrica.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) vem alertando há alguns meses sobre a gravidade da crise hídrica e energética no país e os riscos de um apagão. O tema, inclusive, foi debatido na segunda edição do “Música e Papo Sério”, pelo presidente da entidade, Leandro Soares, juntamente com Artur Henrique, sociólogo e diretor da Fundação Perseu Abramo, e André Cordeiro, doutor em ciências da engenharia ambiental e professor da UFSCar Sorocaba.

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