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1° de Maio

Quarta-feira, 28 de Abril de 2010 - Atualizado em 27/12/2016 11:52
Folha metalúrgica 597

Neste 1° de Maio comemora-se o Dia do Trabalhador. Muitos, como sempre, vão se queixar do país. Dizer que não tem nada para se comemorar, etc e tal. Mas somente os pessimistas e os desinformados deverão usar o lamento para celebrar a data.

Os trabalhadores conscientes, aqueles que acompanham a vida política e econômica do país têm, com certeza, várias conquistas a comemorar. A primeira delas é saber, e perceber, que há sete anos o Brasil é governado por um representante legítimo da classe trabalhadora. A segunda é saber que este governante representou e muito bem a nossa classe.

Ao longo destes sete anos, o governo do trabalhador criou mais de 12 milhões de emprego. Para este ano a perspectiva é que sejam criados mais 2 milhões de postos de trabalho.

O aumento do poder de compra do salário mínino, que pulou de 70 para quase 300 dólares, a política de inclusão social que retirou mais de 20 milhões de pessoas da miséria e o aumento real no piso salarial dos metalúrgicos em cerca de 18% são outros pontos relevantes do governo do trabalhador.

Além disso, o governo da nossa classe baixou os juros, deu crédito para os mais pobres, reduziu impostos para impedir a instalação da crise no Brasil e ainda criou diversos programas de inclusão social, como o Bolsa-Família, Pro-Uni, Minha Casa Minha Vida, Luz Para Todos e Agricultura Familiar. Este mesmo governo ainda pagou a dívida externa, emprestou dinheiro ao FMI e fez o Brasil ganhar respeito em todo o mundo.

Estes são alguns dos motivos que farão o trabalhador consciente comemorar o Dia do Trabalhador neste ano. E fará, também, o mesmo trabalhador, refletir sob qual governo ele deseja estar no 1° de Maio do ano que vem. Se ele quer continuar com um representante legítimo da sua classe no poder, que tão bem governou o Brasil, ou se quer voltar a ter um representante da elite brasileira, que governou o país desde o seu descobrimento, mas sempre em benefício dos ricos, sem se importar com a classe trabalhadora.

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